Preconceito Religioso Contra o Sexo

Por: Ryath

(Inspirado e intuído pelos Mestres da Luz)

No ocidente nos acostumamos com a idéia de que sexo não é algo bom espiritualmente, muitos cristãos e judeus condenam essas práticas, tanto é que para ser considerado(a) santo(a) no catolicismo tem ser comprovada diversas virtudes, entre elas é considerada o celibato.

Enxergam a falta de sexo como uma virtude, mas na realidade não é, é uma pratica que nos desequilibra.

Religiosos criticam a pratica do sexo por prazer, mas é como já dissemos, Deus criou o sexo com prazer.

Sentir prazer pode ser mal visto.

Religiões que vem de outros países entram em nosso território como o Budismo, são praticadas por quem vive em nossa terra, pessoas habituadas a uma visão sobre a vida que é influenciada pelas religiões, em cada pais que o Budismo entrou ouve grande influencia religiosa e social trazido por crenças que já existiam nesses locais, como o Budismo no Tibet que tem práticas únicas daquele local, muito diferentes de outras formas de Budismo como o uso de meditação com mandalas fazendo visualizações, mantras próprios, e todas essas práticas necessitam que se faça a iniciação para poderem praticá-las, caso contrário não funcionam.

Já no Zen existe outras técnicas como meditar se concentrado na parede sentado, o Zazen, fazer a cerimônia do Chá e os Côans. 

O Budismo entrando em contato com países que tenham em sua sociedade recebido a influencia negativa do sexo ser errado, sujo, mal visto, podem incorporar essa visão.

O Budismo fala para não termos praticas sexuais inapropriadas, quem é acostumado com a visão do sexo ser ruim, da condenação do prazer que ocorre aqui no ocidente, pode entender que o que inapropriado é o que aprendeu na sua sociedade influenciada religiosamente pelo Cristianismo e Judaísmo.

A pessoa pode pensar que é inapropriado prazer, desejo, masturbação, mas não é isso.

Inapropriado é fazer o que o parceiro não quer, ter compulsão, se masturbar em banheiro publico, trair, entre muitas outros ensinamentos, mas não há condenação do prazer e de fazer o que o parceiro não queira, todas tem limites, é um desrespeito ao outro fazer o que ele tem nojo ou não gosta.

Mas caso o parceiro se abstenha do sexo já é algo com a qual se deve fazer terapia, pois deve existir o sexo em uma relação, a não ser que um dos parceiros seja impotente, ai é respeitá-lo e se desejar continuar com ele por amor, que é o que traz felicidade é excelente.

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