Nós, Deus, a Felicidade e o Infinito

Por: Ricardo Chioro - Riath

(Inspirado e intuído pelos Mestres Ascensos)

Mestre Yaco me pediu para escrever sobre aonde está Deus: Em uma religião, filosofia ou ação?

Acho que essa questão pode ser respondida com um ditado muito comum:

Se conhece uma pessoa pelos seus atos, não pelo que fala.

Também dizem que não importa a religião ou filosofia, em todas elas existem pessoas boas e más.

As crenças muitas vezes são manipuladores, exercem o poder sobre o fiel, lhe tiram dinheiro.

Para manipular criam ensinamentos falsos, que tiram a liberdade, podem trazer problemas psicológicos, mas o lado bom das crenças compensa muito, pois trazem o autoconhecimento.

Muitos sacerdotes bons de coração se enganam e professam as formas de manipulação, sem saber que faz o mal.

Ter uma religião não faz uma pessoa ser boa, nem uma filosofia, mas as ações sim, elas não ocorrem somente no campo físico, elas existem no psicológico, nas emoções, e quando boas nos impulsionar a fazer o bem. Isso é o amor, e Deus é amor.

Deus se manifesta no coração, assim como o ser divino que ele criou dentro de nós tirando um pedaço dele.

Sim, somos Deuses, temos tudo dentro de nós: o infinito, os comportamentos, as ações. O criador nos deu tudo, quando estamos no positivo, fazemos o bem, então é ai que encontramos a Deus, não é em uma filosofia, mas no que ocorre dentro e fora da gente nas nossas manifestações do bem.

Quando agimos ou emanando o positivo estamos com Deus.

Nós costumamos pedir muito, e recebemos, mas o que Deus quer da gente?

Deus quer que pratiquemos o bem e estejamos com ele.

Deus quer que sigamos o caminho do bem, nosso coração, que evoluímos espiritualmente, porém o criador nos deu o livre arbítrio para escolhermos fazer o que quisermos. Temos que aprender o amor por nós mesmos, então quando descobrirmos o amor e o prazer de se doar, então todo dia vira natal, todo dia apresenta oportunidades de fazermos o bem, isso se torna um presente, nos deixa felizes e com a vibração elevada, ai então evoluímos muito.

No meio de tanta falsidade, vaidade e orgulho nas crenças, onde uns querem ser melhores que o outro, querem estar acima dos outros, isso não são ações feitas pelo divino em nós, mas sim pelo nosso ego.

O ego toma espaço da espiritualidade, mesmo nas pessoas boas quando tem ações buscando o orgulho e a vaidade poluem o ambiente astral dotando o ambiente religioso sujo energeticamente.

É importante falarmos de nossas crenças e também atuarmos nela com muita humildade, enxergando outras crenças com igualdade da nossa, não melhores e nem piores, mas todas ajudam na espiritualidade e problemas na vida, apesar de terem falhas, todas elas tem.

As religiões separam as pessoas, mas na verdade como ensina o Budismo que precisamos dos outros, somos dependentes um dos outros.

Se os agricultores pararem de trabalhar o que ocorre? E se a policia fizer isso? E se os bombeiros, os coletores, os pedreiros? Os arquitetos? No mundo de hoje quase todas as atividades de trabalho ajudam umas as outras a manterem um mundo de uma forma boa.

Para o Budismo nós não existimos separados dos outros, estamos todos unidos e ligados, se ver separado de tudo e uma ilusão que acaba com o Nirvana.

Estamos internamente todos conectados, todos somos um pouco de Deus, e ele é tudo, então somos o tudo com o criador.

Isso que estamos abordando é uma forma de misticismo, de integração com tudo, isso é o místico, é estarmos plenos.

Estarmos ligados a tudo é a plenitude, e essa plenitude nunca vai parar de crescer a medida que vamos rumo a evolução infinita, que nunca vai acabar, sempre progredindo e se tornando mais semelhante ao criador, mas nunca em momento nenhum ser igual a ele porque ele é infinito, e nós vamos rumo ao infinito, cada vez a medida que nossas ações nos colocam mais perto do criador, cada vez aumentando nosso bem estar e felicidade, chegando ao gozo eterno que só melhora.

Porém a evolução depende de nossas ações internas e externas, e o destino é a uma felicidade cada vez mais gigante e que nunca vai parar de crescer chegando a intensidades magnânimas e que vai aumentar ao infinito.

Certa vez escrevi que dá para saber o que somos para Deus, mas o que ele seria para si mesmo?

Acho que isso que falamos, uma felicidade gigante que não conseguimos chegar nem perto de imaginar seria o que Deus é para ele mesmo.

Mas seria algo inimaginável até mesmo em níveis extremos de evolução, não vamos saber, porque Deus é infinito, suas emoções também.

Então vamos rumo a um destino cada vez melhor infinitamente.

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