Ter Autoaceitação, Autoestima e Autoconhecimento

Por: Ricardo Chioro - Riath

(Inspirado e Intuído pelos Mestres Ascensos)

Trabalhar a auto-estima é também ter aceitação de nós do jeito que somos.

Passar pelo autoconhecimento é se descobrir e se aceitar, isso é ir para uma realidade melhor interna.

Não devemos procurar sermos perfeitos, querer que os outros nos vejam como perfeitos, ao invés disso é a simplicidade, ser quem você é mesmo.

Para sermos nós mesmos temos que não procurar sermos artificiais, mas naturais.

Não se importe com quem não gosta de você, nem Jesus agradou a todos.

Se importe com quem gosta de você, as que não gostam deixe para lá, perdoe se eles fizeram mal a você.

Auto-aceitação e auto estima são conquistados com autoconhecimento, então são características boas, não más.

Autoestima e auto-aceitação não são egoísmos, é amor. Tudo isso nos enriquece espiritualmente.

Os seres das trevas não gostam de autoestima, nem de autoaceitação, eles não ligam para o interno, mas sim para o externo como aparencia.

Não devemos condená-los por isso, Deus deu o livre arbítrio para as pessoas, quem é mau tem más ações, quem é bom tem boas.

Todo mundo tem defeitos, sejam medos, inseguranças, traumas, educações e influências erradas e etc. se chocam quando vem estas características negativas em si mesmos, isso quebra o orgulho, a vaidade, mas isso é só um primeiro momento, depois nos acostumamos as informações que recebemos, e cada vez que olhamos um defeito ele vai diminuindo e perdendo a força, logo percebemos que ter defeitos não é motivo para ficar mal, mas isso é humanismo.

Na Bíblia está escrito que só Deus é perfeito, não devemos querer ser perfeitos, mas sim bondosos.

Não devemos comparar nossas falhas, defeitos, acertos e qualidade com ninguém, pois cada pessoa é única e tem seus defeitos e acertos.

A comparação é buscar a competição e satisfação do ego por ser melhor que o outro, não devemos buscar isso, o caminho é a simplicidade.

É importante aceitarmos a todos, pois Deus fez cada um de forma única e ninguém é igual a ninguém.

Quando perdemos a vontade de sermos melhor que os outros temos uma sensação muito boa de relaxamento, pois ficar tentando ser superior é cansativo para as pessoas que gostam do verdadeiro, que a falsidade é um peso em suas vidas.

O ser humano que fica querendo ser melhor ou superior está indo para uma realidade competitiva e do ego, e algumas crenças alimentam isso, acham que vão crescer desse jeito, mas podem acabar acumulando karmas.

Quando não queremos ser perfeitos estamos indo para um caminho de humildade.

É muito importante tentarmos enxergar nosso orgulho e vaidade, eles nos tornam pessoas mais chatas e negativas. Mas os enxergando isso acaba.

O remédio para os males psicológicos é quase sempre com o autoconhecimento que se resolve.

Elisabeth Cavalcante informa que a humildade junto com a autoestima se torna uma qualidade maravilhosa, mas se atinge nosso orgulho então tanto pior para agente.

Mas com o treino sempre vamos nos exercitando espiritualmente e conseguindo respostas para os dilemas da vida.

Existe um truque para deixarmos a vaidade e orgulho de lado, é nunca alimentar essas duas características, assim elas somem, mas se você atingir o Nirvana perde elas praticamente para sempre, isso ajuda muito na felicidade e bem estar.

Quando conseguimos não alimentá-las ficamos mais em equilíbrio, e isso traz autoconhecimento.

Autoestima não significa superioridade de forma alguma, mas sim se apreciar e de preferência não se comparar a ninguém.

Para o Budismo qualquer comparação é resultado de se importar com uma classificação perante os outros, a atitude mais elevada é não se importar, não falar que todo mundo é igual ou que você é inferior, isso é ainda é orgulho.

Não se importar com nenhuma classificação é mais saudável e deixa a mente mais limpa.

Todo ser humano necessita de autoestima, até mesmo os Mestres da Luz.

O desejo de superioridade vem de nosso intimo nos sentirmos inferiorizados, enxergando isso na sua vida resolve o problema de vez.

Sem esquecermos de não alimentar o ego, pois ele atrapalha o autoconhecimento quando estimulado.

Não queira ser superior a ninguém, assim você encontra a felicidade.

Elisabeth Cavalcante faz uma comparação interessante: Ela sita o Caminho do Meio do Budismo, que é não ser vaidoso demais, nem expor-se por não conseguir reconhecer suas qualidades.

Amer-se inclui manter sua dignidade respeitada, não deixar que abusem de você.

Tenha aceitação de você mesmo do jeito que é, valorize tudo o que faz, sem fazer jamais fazer comparações.   

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